segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

A Lei do Tabaco

A nova Lei do Tabaco parece-me ser bastante acertada, mas peca por insuficiência. Para termos uma oferta de restaurantes compatível com um país moderno, há mais uma série de coisas que deveriam ser banidas, para bem da saúde pública.

Proponho por isso aos legisladores que não parem por aqui e que comecem desde já a pensar na criação da Lei Dos Empregados De Mesa A Cheirar A Sovaco, na Lei Dos Bifinhos Com Champinhons, na Lei Do Doce Da Casa (que pode também incluir artigos sobre o Doce da Avó) e na Lei Dos Empregados Que Tratam Os Clientes Por 'Ó Chefe'. Sem isto, não vamos lá.

3 comentários:

Escarreta Verde disse...

O fim da Lei do Tabaco levou para a masturbação um número indeterminado de homens uma vez que pôs fim à tradicional frase de engate: "tens lume?"...

Vazmin disse...

Antes pelo contrário, caríssimo Escarreta Verde, agora para dar lume, uma gaja terá que o acompanhar até à rua, e eventualmente acompanhá-lo a um local mais abrigado e onde possam fumar juntos, ou não...

Zé da Burra o Alentejano disse...

Ser um fumador é igual a ser um toxicodependente em nicotina. Assim, posso concluir que um fumador é um doente, uma vez que EM PORTUGAL SE CONSIDERA A TOXICODEPENDÊNCIA UMA DOENÇA.

Nesta conformidade considero imoral o valor do imposto sobre o tabaco, recentemente aumentado em mais 10%.

Os doentes (toxicodependentes) são obrigados a pagar elevadíssimas taxas, muitas vezes com prejuízo das necessidades básicas do fumador.

Os viciados (incluindo os tabágicos) optam em geral por comprar um ou dois maços de tabaco e comer simplesmente uma "sandes" em vez de tomar um almoço ou jantar em condições.

Seria mais coerente com as políticas agora adoptadas que se fechassem as tabaqueiras e se combatesse a venda do tabaco, como se faz com as outras drogas.